Caso Tucano da Esquadrilha da Fumaça

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Tucano da Esquadrilha da Fumaça, semelhante ao que acidentou-se em Santos, por ocasião de evento ufológico

Introdução

Em 16 de novembro de 1996 a Esquadrilha da Fumaça realizava uma apresentação em Santos (SP). Havia um grande numero de pessoas acompanhando a apresentação sendo que alguns deles estavam registrando a apresentação em vídeo.

Em determinado momento uma das aeronaves mergulhou em vôo rasante sobre a multidão presente na praia para iniciar uma manobra conhecida como “lancevak”. Quando o avião começou a subir a asa se partiu resultando na queda da aeronave. Um pedaço da asa caiu sobre um banhista matando-o.

Pouco tempo após o acidente o programa Fantástico, da Rede Globo, apresentou um vídeo obtido na ocasião do acidente em que vemos um pequeno objeto esférico aproximando-se por trás da aeronave e passando justamente no ponto onde houve a quebra da asa. Analises posteriores indicaram que não houve manipulação do vídeo.

Investigações da aeronáutica indicaram a possibilidade de o acidente ter sido originado em fadiga de material, que é constituído por uma dupla chapa metálica na parte inferior da aeronave. Em e-mail enviado ao ufólogo Eustáquio Andrea Patounas, de Florianópolis, o piloto da aeronave acidentada afirma:

“A aeronave Tucano foi projetada para voar 6.000 horas de vôo e a minha estava com aproximados 3.800 horas; existe um outro controle de vida que mede, através de um fadigômetro, o esforço que a aeronave sofre através das forças G; essa vida é medida em %; quando chega a 100%, acaba a “vida” do avião; a minha aeronave estava com aproximados 48%. O que suportava o esforço de G positivo no Tucano era uma chapa dupla que ficava por baixo da aeronave, na junção entre as asas; foi constatado que esta peça, desde a sua fabricação, na fase de polimento, apresentava micro ranhuras que, com o passar do tempo se tornaram pontos frágeis e permitiram a ruptura da chapa; toda a frota do mundo parou no dia do meu acidente, com exceção dos vendidos à França e Inglaterra que pediram com uma estrutura diferente em função das características de emprego que idealizavam.”

Observa-se na referida mensagem que existia uma fadiga material na estrutura da aeronave. Seria uma coincidência a presença daquela sonda próximo ao avião no momento em que ele se acidentou? Este objeto teria influenciado no acidente? São perguntas para as quais dificilmente teremos respostas.

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